Acusados pela morte de auditor fiscal vão a júri popular 14 anos depois do crime

Três réus acusados pela morte do auditor fiscal Antonio Sevilha vão à júri popular nesta terça-feira (20), no Tribunal do Júri da Justiça Federal de Maringá, na região noroeste do Paraná. As investigações indicam que o assassinato foi uma represália ao trabalho desempenhando por ele na chefia da Seção de Controle Aduaneiro da Receita Federal em Maringá.

Esse será o primeiro júri popular realizado pela Justiça Federal de Maringá desde a instalação no município, há 26 anos.

A emboscada aconteceu no dia 29 de setembro de 2005. Sevilha deixava a casa da mãe dele para buscar a esposa no hospital onde ela havia passado por uma cirurgia. O auditor fiscal foi morto com cinco tiros, depois de parar o carro para verificar um pneu esvaziado propositalmente pelo grupo suspeito.

Acusados

O processo tem, ao todo, cinco réus. Três deles serão julgados nesta terça-feira (20):

  • Marcos Oliveras Gottlieb, empresário acusado…

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